Os ativos totais do BNDES alcançaram a marca histórica de R$ 995 bilhões, refletindo um crescimento robusto. A carteira de crédito do banco, por sua vez, atingiu R$ 678,2 bilhões, representando um aumento de 14% em relação a 2022, e o patrimônio líquido subiu para R$ 192 bilhões. Esses indicadores ressaltam não apenas a solidez financeira da instituição, mas também sua capacidade de impulsionar o desenvolvimento econômico do país por meio do crédito.
Os resultados operacionais também mostram um desempenho vigoroso, com aprovações de crédito somando R$ 45,7 bilhões, um salto de 37% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. Os desembolsos, por sua vez, atingiram R$ 36,2 bilhões, uma elevação de 44% em comparação com 2022. O setor de infraestrutura, um dos focos do BNDES, teve uma impressionante alta de 51% em aprovações, totalizando R$ 13,4 bilhões. No segmento agropecuário, as aprovações aumentaram 40%, enquanto a indústria viu um crescimento de 67%.
Dentre as iniciativas voltadas para micro, pequenas e médias empresas (MPME), o banco reportou aprovações de crédito que alcançaram R$ 29 bilhões, um aumento notável de 120% em relação ao ano passado. Além disso, as garantias oferecidas por fundos garantidores para operações realizadas através de agentes financeiros chegaram a R$ 20,8 bilhões.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a trajetória consistente de crescimento da instituição e a crescente confiança dos empresários nas ofertas do banco. A inadimplência registrada para 90 dias foi de apenas 0,046%, um valor consideravelmente inferior à média do Sistema Financeiro Nacional, que está em 4,33%.
Esses números demonstram não só a boa saúde financeira do BNDES, mas também seu papel crucial no fomento ao desenvolvimento econômico e na facilitação de investimentos que podem transformar o cenário econômico brasileiro.
