Diniz havia sido acusado de infração com base no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que aborda condutas contrárias à disciplina e ao respeito à arbitragem. A pena potencial poderia levar a uma suspensão de até seis jogos, mas a decisão do STJD isentou o treinador de qualquer sanção, permitindo que ele permaneça à frente do time em um dos confrontos mais importantes da temporada.
O último jogo em que Diniz foi protagonista de tensão ocorreu sob direção do árbitro Matheus Delgado Candançan. Durante a partida, ocorreram lances questionáveis, inclusive uma expulsão polêmica de Edson Carioca, que foi inicialmente punido com vermelho, mas teve a decisão revertida pelo VAR. Além disso, o Mirassol obteve um pênalti controverso que gerou muita reclamação da equipe corintiana, perpetuando um clima de descontentamento.
Diante das decisões que considera errôneas, Diniz não hesitou em criticar a arbitragem. Ele declarou que o trabalho do árbitro foi insatisfatório, apontando falhas desde a falta de cartões até a falta que precedeu o segundo gol do Mirassol, o que ele considera uma falha grave que deveria ter sido corrigida pelo VAR.
Com a clarificação sobre sua situação, Diniz agora volta seu inteiro foco na preparação para o Majestoso. A expectativa é de que a equipe, sob sua orientação, busque reverter a má fase e adicionar mais um capítulo à rivalidade histórica no clássico contra o São Paulo. Como o confronto promete ser decisivo para ambos os lados, a tensão está alta, e os torcedores aguardam ansiosamente pelo desenrolar deste embate significativo.





