Desde Adam Smith, que em seu seminal “A Riqueza das Nações” discorreu sobre o mercado como autorregulador dos bens e serviços, a economia ganhou ares de ciência. Smith, que se tornou uma referência mundial, moldou o entendimento econômico em várias partes do globo, estabelecendo os fundamentos que ainda sustentam o estudo e a prática da economia contemporânea.
O legado de líderes e educadores, como o professor José Damasceno de Lima, e o suporte de instituições como a Casa do Economista em Alagoas, revelam a busca contínua por disseminar o conhecimento econômico. A coordenação do curso de Ciências Econômicas, idealizado pelo Cônego Padre Teófanes Araújo de Barros, propiciou um cenário propício para que novos economistas emergissem, prontos para contribuir com suas análises e propostas.
Dentro do campo da economia, a divisão em micro e macroeconomia oferece uma visão abrangente das dinâmicas econômicas. As três esferas — primária, secundária e terciária — delineiam as diversas atividades que compõem o tecido econômico. Na experiência do autor, que lançou em 2001 o livro “O Engodo da Globalização”, a intenção era tornar acessíveis conceitos complexos como a escassez e as políticas econômicas.
O livro abordava temas fundamentais, incluindo planos econômicos, desemprego e as controvérsias entre privatização e estatização, especialmente no contexto do Nordeste brasileiro. A crítica à globalização, que enfatiza a decadência de modelos estatais ultrapassados, reflete uma realidade em que o liberalismo e a abertura econômica se tornaram pontos centrais na agenda política.
Com fenômenos globais impactando as economias locais, a macroeconomia hoje se direciona a um mercado aberto, onde a integração entre as nações não só traz desafios, mas também oportunidades para aqueles que compreendem as sutilezas dessas dinâmicas. A educação econômica é, portanto, um pilar essencial para um futuro onde Brasil possa se posicionar de forma competitiva e sustentável no cenário mundial.





