O ex-presidente Fernando Collor de Mello completa um ano em prisão domiciliar em Maceió, onde cumpre pena desde maio de 2025 após condenação em processo derivado da Operação Lava Jato.
Aos 76 anos, Collor vive em um apartamento de alto padrão à beira-mar, com rotina restrita e saídas autorizadas apenas para tratamento de saúde. Durante o período, recebeu visitas autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, incluindo políticos, empresários e advogados, mas permanece afastado das articulações locais.
Apesar de ainda ser citado em cenários políticos nacionais, o ex-presidente tem sido deixado de lado nas movimentações em Alagoas, onde analistas apontam perda gradual de influência e isolamento político, intensificado após o fim de seu mandato no Senado e derrotas eleitorais recentes.
A condenação está relacionada ao recebimento de propina em esquema envolvendo a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, caso que integra desdobramentos da Lava Jato. A defesa do ex-presidente contesta as acusações.
