Han Duck-soo, primeiro-ministro da Coreia do Sul e líder do partido governista, manifestou a necessidade de uma mudança na liderança. Ele destacou que a continuidade do atual presidente na função poderia resultar em ineficiência na condução de políticas cruciais, especialmente nas áreas de diplomacia e gestão governamental. Durante sua declaração, Han também prometeu uma investigação “rigorosa e transparente” sobre os recentes acontecimentos que agitaram o cenário político sul-coreano. Essa promessa visa restabelecer a confiança no governo e diminuir a incerteza que permeia o ambiente político do país.
Han convocou um gabinete com urgência, sugerindo que a resposta às crises deve ser rápida e coordenada. A declaração de lei marcial emitida por Yoon na semana anterior gerou controvérsias e reações adversas, acentuando a crise de governabilidade que se arrasta. Observadores políticos apontam que essa instabilidade pode ter repercussões significativas nas próximas eleições e na capacidade do governo de implementar suas agendas.
A pressão sobre Yoon Suk-yeol para renunciar é crescente e indica um descontentamento profundo em relação a sua administração, marcada por decisões polêmicas e crises de confiança. A liderança do partido no poder agora busca uma solução que atenda às demandas da população e assegure uma transição suave de poder, evitando assim uma continuação das tensões políticas que podem comprometer a estabilidade da nação. A continuidade dessa situação pode levar a um cenário de polarização política ainda mais acentuado, refletindo um clamor por mudança que ressoa em todos os níveis da sociedade sul-coreana.