A importância dessa campanha não é nova para Padilha, que, durante sua primeira gestão à frente do Ministério da Saúde, também participou da mobilização de 2011 a 2013. Ele destacou a evolução do evento ao longo dos anos, especialmente após a Arena Corinthians se tornar o local oficial da ação. “Estamos aqui apoiando essa campanha mobilizadora de doação de sangue, que reforça nossa rede nacional pública de doação segura”, declarou Padilha, enfatizando a relevância do ato de doar.
O engajamento da torcida corinthiana foi destacado pelo ministro, que fez um chamado para que outros clubes de futebol também se unam à causa. “É vital que outros times se envolvam, cedendo seus espaços e mobilizando suas torcidas. Isso é um ato de salvar vidas”, acrescentou.
O presidente do Corinthians, Augusto Melo, expressou seu entusiasmo em relação à campanha. “Aqui é a casa do povo, não importa a equipe que você apoia. Convido todos, corinthianos, santistas, flamenguistas, a participar dessa causa maravilhosa”, afirmou, lembrando que a campanha já é realizada há 17 anos, com a presença do clube nas últimas 11 edições.
Além de discutir a campanha de doação de sangue, Padilha abordou a questão das vacinas contra a dengue. Ele explicou que, no momento, o uso da vacina está restrito ao público-alvo definido pelo Ministério da Saúde e reafirmou que a maior parte das doses deve permanecer no Brasil. “Noventa e cinco por cento da produção [da vacina] ficará aqui”, afirmou, ressaltando a importância da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan.
Em sua fala, o ministro também mencionou uma parceria que está sendo construída com o setor educacional para aumentar a conscientização sobre a imunização contra a dengue, evidenciando um esforço contínuo do governo para melhorias na saúde pública.





