O porta-voz afirmou que entre os dias 13 e 15 de novembro, o porta-aviões nuclear George Washington realizou manobras conjuntas com as forças armadas de Japão e Coreia do Sul nas águas que circundam a Península coreana, intensificando as preocupações. Além disso, reportou-se que o submarino de ataque nuclear Columbia havia chegado à base de Pusan, aumentando a sensação de confronto na região. O cenário foi agravado ainda mais pela passagem do avião de reconhecimento estratégico RC-135S, que, segundo a agência oficial norte-coreana KCNA, estava realizando atividades de espionagem no espaço aéreo da Coreia Oriental.
Nesse contexto, o governo da Coreia do Norte não hesitou em advertir os EUA e seus aliados, pedindo que cessem imediatamente suas ações provocativas. A declaração sublinhou que essas atividades não apenas criam instabilidade, mas também estão a um passo de um confronto militar direto. O Ministério da Defesa Nacional da Coreia do Norte enfatizou que as contínuas provocações militares representam uma ameaça real à segurança regional e têm o potencial de provocar um desastre irreversível.
A situação se torna ainda mais delicada, pois as forças armadas das duas partes estão em estado de constante prontidão, o que aumenta a possibilidade de um conflito militar a qualquer momento. A percepção de um ambiente hostil na Península coreana está afetando a estabilidade da região, e os líderes norte-coreanos fazem apelos constantes para que suas tropas estejam sempre preparadas para a guerra. Este novíssimo capítulo nas relações internacionais reforça a necessidade de atenção global e de discussões diplomáticas para evitar uma escalada do conflito.