Comparações Polêmicas: Susana Vieira Critica Novas Interpretações da Icônica Odete Roitman em ‘Vale Tudo’ e Divide Opiniões sobre Atrizes

A exibição do remake da novela “Vale Tudo” pela TV Globo em 2025 trouxe à tona uma série de comparações entre a nova interpretação e a versão original, que cativou o público brasileiro entre 1988 e 1989. Neste contexto, a figura de Odete Roitman, personagem icônica da dramaturgia nacional, voltou a ser destaque nas discussões entre críticos e espectadores. A interpretação de Débora Bloch, que assumiu o papel na nova versão, foi alvo de avaliações, principalmente no programa “Conversa com Bial”, onde a renomada atriz Susana Vieira comparou seu desempenho ao de Beatriz Segall, a intérprete original da vilã.

Em uma análise provocativa, Susana Vieira abordou as características que marcaram cada atuação, ressaltando o temperamento das atrizes. Para ela, Beatriz Segall trazia uma postura que evocava seriedade e uma certa frieza, desencadeando uma aura de poder e temor que parecia faltante na nova versão. “Ela [Beatriz] tinha um jeito que impunha respeito. A Débora, por outro lado, precisava incorporar um pouco mais de intensidade à sua atuação para que a vilania de Odete ressoasse na mesma magnitude”, disse Susana, pontuando uma diferença que gerou um intenso debate.

O tema do programa incluiu as vilãs da Globo ao longo dos anos, e também contou com a participação de outras atrizes como Lilia Cabral e Isabel Teixeira, ambas em destaque na atual novela “Quem ama cuida”. A produção, que se desdobrou em várias discussões sobre a evolução dos personagens, recebeu críticas mistas devido às mudanças significativas promovidas pela autora Manuela Dias, que decidiu reformular tanto a trama quanto os arcos dos protagonistas.

DEntre as transformações, uma das mais notórias foi a inclusão de um desfecho surpreendente para Odete, que, segundo os comentaristas, escapou do padrão estabelecido na versão original. Essa reinterpretação, embora tenha obtido adeptos, igualmente gerou controvérsia, refletindo a complexidade das adaptações e o desafio de reviver um clássico em um cenário contemporâneo, onde as expectativas e as narrativas evoluem incessantemente. Assim, a nova versão não apenas relembrou a história, mas também instigou reflexões profundas sobre a evolução da representação feminina nas novelas brasileiras.

Sair da versão mobile