O encontro incluiu também o novo ministro da Defesa colombiano, Jorge Eduardo Mora, um experiente major-general da reserva. Durante a conversa, Hegseth afirmou que a Colômbia autorizou operações militares conjuntas, ressaltando a importância de uma resposta militar robusta contra as ameaças do narcotráfico. Observou-se que o Panamá desempenha um papel crítico nessa dinâmica, sendo um ponto estratégico para a segurança regional.
Hegseth alertou que substanças como fentanil e cocaína haviam provocado mais mortes entre os cidadãos americanos do que qualquer conflito bélico ao longo da história do país. Ele enfatizou a gravidade da crise, afirmando que desde 2025, os Estados Unidos têm classificado diversos cartéis de drogas, como o Cartel de Sinaloa e a MS-13, como organizações terroristas globais. A lista continua a se expandir para incluir outros grupos, como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital.
Além disso, Hegseth fez uma declaração polêmica ao instar os países da coalizão a se retirarem do Tribunal Penal Internacional (TPI), que ele descreveu como “falso” e “ilegítimo”. Essa posição reflete uma tendência observada nas relações internacionais, onde soberania e segurança nacional são frequentemente priorizadas em detrimento da jurisdição de tribunais internacionais.
A recente movimentação no cenário político da Colômbia e os compromissos firmados em reuniões bilaterais indicam uma intensificação do combate ao narcotráfico na América Latina, sustentada por uma parceria estreita entre a Colômbia e os Estados Unidos, marcada por operações conjuntas e um enfoque em fortalecer a segurança regional.




