Em uma mensagem reflexiva, Cleitinho pediu desculpas aos seus eleitores e deixou clara a dificuldade por que passa. “Não adianta entrar numa campanha do jeito que eu estou. Não adianta eu querer cuidar de vocês se eu não estou cuidando de mim e da minha família”, declarou, ressaltando a importância de ser honesto consigo mesmo e com os outros.
Vale destacar que essa desistência ocorre poucos dias após o senador afirmar que se lançaria na corrida ao executivo mineiro, o que evidencia uma certa instabilidade em sua posição. Em um vídeo recente, ele utilizou inteligência artificial para “conversar” com seu pai e seu irmão, já falecidos, e mencionou uma “missão” que estaria disposto a cumprir, manifestando preocupação com questões de insegurança e medo.
Além disso, o partido fez um comunicado anterior em que afirmava ter oferecido todas as condições necessárias para a candidatura de Cleitinho, mas ressaltou que a confirmação da candidatura não se concretizou até a convenção estadual realizada no dia 25 de julho. A nota enfatizava que uma candidatura requer uma decisão firme por parte do político, o que não havia ocorrido de forma clara.
Recentemente, Cleitinho liderou as pesquisas eleitorais, com intenções de voto variando entre 34% e 35%, dependendo dos concorrentes. Com sua saída, os outros candidatos, como o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, ganham espaço; Kalil atualmente apresenta 15% das intenções de voto. A desistência de Cleitinho abre um novo capítulo na corrida pelo governo do estado, mantendo a disputa em aberto, com 27% dos entrevistados ainda indecisos.





