A ministra da saúde francesa, Geneviève Darrieussecq, relatou que o hospital de Mayotte sofreu grandes danos causados pela água e destruição, afetando áreas como unidades cirúrgicas, de terapia intensiva, de maternidade e de emergência. Além disso, os centros médicos também foram impactados pela catástrofe natural.
François-Xavier Bieuville, prefeito de Mayotte, alertou que o número final de vítimas fatais poderia chegar a “perto de mil ou mesmo vários milhares”. A devastação causada pelo ciclone afetou principalmente as favelas, onde cerca de um terço dos 320 mil habitantes de Mayotte reside.
Por conseguinte, o ministro do interior francês, Bruno Retailleau, mobilizou 160 soldados e bombeiros para reforçar o trabalho de ajuda humanitária na região. Emmanuel Macron, presidente da França, convocou uma reunião de crise para discutir a resposta ao desastre e garantir apoio às vítimas afetadas pelo ciclone.
A Organização Mundial da Saúde expressou sua prontidão em auxiliar as comunidades afetadas em Mayotte, fornecendo cuidados de saúde essenciais. No entanto, devido ao grande número de pessoas que vivem clandestinamente na região, estima-se que seja desafiador determinar o impacto total do ciclone sobre a população local.





