A expectativa é de que a experiência adquirida em operações em águas distantes se torne cada vez mais valorizada. A Marinha do Exército de Libertação Popular da China está se preparando para a introdução de porta-aviões de propulsão nuclear, que são mais adequados para este tipo de missão. O primeiro desses novos porta-aviões, que avança em sua construção, promete fortalecer ainda mais a presença chinesa em cenários globais.
A recente expansão das operações navais da China em oceanos abertos é um claro indicativo da autoconfiança crescente do país em conduzir missões complexas longe de sua costa, mesmo diante de desafios logísticos e operacionais. A nova geração de porta-aviões deverá em breve assumir o comando de operações de longo alcance, enquanto as embarcações atuais já demonstram capacidades robustas para realizar missões aéreas intensas em áreas de importância estratégica.
Atualizações significativas nas aeronaves embarcadas, incluindo sistemas de radar de última geração, materiais avançados e capacidades melhoradas de guerra eletrônica, têm elevado a eficácia dos caças chineses. Esses caças passaram a ser considerados entre os mais competentes do mundo, especialmente entre os não furtivos.
Tais avanços no poder aéreo são complementados por escoltas de superfície e submarinos cada vez mais sofisticados, formando grupos de ataque aeronaval altamente integrados e eficazes. As frequentes manobras e desdobramentos em águas disputadas são um reflexo do rápido amadurecimento da força naval chinesa, que demonstra crescente confiança em projetar seu poder e desafiar nações rivais da região.
Recentemente, análises da mídia americana indicaram que a Marinha dos Estados Unidos enfrenta seu pior desempenho em 25 anos na construção naval, colocando os EUA em uma posição desvantajosa em relação à China em termos de ritmo de produção de embarcações militares.
