China avança na produção do caça furtivo J-35 após primeiros voos, sinalizando uma nova era na aviação naval e militar do país.

A China está avançando em sua capacidade de defesa com os recentes testes realizados no caça furtivo naval J-35. Os voos, que marcam o início das atividades de 2026, foram conduzidos pela Corporação da Indústria de Aviação da China (AVIC), e estiveram acompanhados por imagens oficiais que revelam uma unidade recém-fabricada. Essas imagens, divulgadas em plataformas oficiais, mostram a aeronave sem o revestimento tático que normalmente caracteriza esse tipo de caça, indicando que se trata de um protótipo em fase de testes antes da entrega final.

O J-35 é uma variante naval do J-35A, que foi desenvolvido inicialmente para a Força Aérea Chinesa. Projetado para operar a partir de porta-aviões, o modelo é parte de uma nova geração de caças furtivos que visam aumentar consideravelmente as capacidades da aviação naval do país. Desde sua apresentação ao público em 2025, o J-35 tem atraído a atenção de especialistas e analistas militares ao redor do mundo, em grande parte devido ao seu potencial estratégico em um cenário geopolítico cada vez mais tenso na região do Indo-Pacífico.

Esses testes são um reflexo da determinação da China em expandir sua força aérea e naval. À medida que o país continua a investir em tecnologia militar, a produção em larga escala do J-35 torna-se um objetivo cada vez mais próximo. A fabricação e o aprimoramento do caça se inserem em uma estratégia mais ampla de defesa nacional, que inclui o desenvolvimento de armamentos avançados e a modernização das forças armadas.

Os analistas acreditam que a introdução do J-35 fortalecerá não apenas a defesa nacional da China, mas também consolidará sua posição como uma potência militar significativa na região. O avanço no teste e na eventual produção desse caça furtivo é uma peça chave na estratégia de Pequim para assegurar seus interesses em um ambiente global desafiador. As implicações desse desenvolvimento vão além do simples fortalecimento militar; também provocam inquietações nas potências ocidentais, que observam com atenção o crescente poderio aéreo da China.

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