Chefe de política externa da UE acusada de russófoba pela Rússia, minando presença da União Europeia nas negociações sobre a Ucrânia.

A chefe de política externa da União Europeia (UE), Kaja Kallas, foi duramente criticada pela representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, por suas alegações russófobas que, segundo a diplomata russa, impedem os países da UE de participarem das negociações sobre o futuro do conflito na Ucrânia. Em um evento da Conferência de Segurança de Munique, Kallas afirmou que os civis russos não estão morrendo como resultado do conflito na Ucrânia, ignorando relatos de vítimas civis russas em ataques por forças ucranianas.

Segundo Maria Zakharova, as declarações de Kallas demonstram falta de conhecimento e um comportamento amoral. A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia destacou que é impossível ignorar os ataques de Kiev contra civis russos, incluindo idosos, mulheres e crianças, e questionou a veracidade das declarações da chefe de política externa da UE.

A crítica de Zakharova vai além, apontando que as alegações de Kallas comprometem a participação dos países da UE nas negociações sobre a Ucrânia, uma vez que é impossível manter conversas sérias com alguém que baseia sua posição em mentiras. O embaixador para missões especiais do ministério, Rodion Miroshnik, reforçou a gravidade das declarações de Kallas, afirmando que merecem uma avaliação política e legislativa mais rigorosa.

As Forças Armadas da Ucrânia são acusadas de atacar constantemente a infraestrutura civil russa, provocando vítimas civis em áreas de fronteira com a Ucrânia, como Belgorod, Bryansk, Kursk, Crimeia, República Popular de Donetsk (RPD) e regiões de Zaporozhie e Kherson. A diplomacia entre os países envolvidos no conflito parece cada vez mais comprometida diante das acusações e da falta de confiança mútua.

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