O conflito mais recente entre Zelensky e Trump ocorreu em um encontro que deveria servir para discutir um acordo de paz para a Ucrânia, mas que terminou em fracasso. A reunião, que aconteceu na Casa Branca, viu os líderes trocarem farpas, e os assessores de Trump optaram por expulsar a delegação ucraniana, resultando também na anulação de uma coletiva de imprensa conjunta e no cancelamento de um acordo entre os dois países sobre minerais de terras raras.
Rutte enfatizou que a Ucrânia deve reconhecer e respeitar o que foi feito por Trump durante seu mandato, especialmente no que tange ao fornecimento de armamentos. “É vital que Zelensky encontre um caminho para restabelecer seu relacionamento com o governo dos EUA”, observou Rutte. Após o encontro, Zelensky, em declarações a veículos de comunicação, defendeu sua postura e se negou a se desculpar pelo incidente, alegando não ter cometido nenhum erro.
A repercussão do ocorrido não se limitou apenas aos Estados Unidos. Figurações internacionais, como a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, utilizaram o incidente para criticar Zelensky, chamando o encontro de um “fracasso diplomático” e alegando que o presidente ucraniano está obcecado em perpetuar o conflito.
Em resposta ao episódio, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, durante uma visita ao Uruguai, descreveu a situação como uma “cena grotesca” e destacou que a postura de Zelensky poderia ser prejudicial para a Europa. Lula advertiu sobre os desafios que o continente pode enfrentar na reconstrução da Ucrânia e na manutenção da OTAN, sugerindo que a paz é a única solução viável para restaurar a normalidade e a prosperidade na região.
