Segundo informações fornecidas por um porta-voz da empresa, Mangione não era cliente da seguradora de saúde e não havia registros prévios do suspeito ou de sua mãe na UnitedHealth. O crime ocorreu em frente a um hotel de luxo em Nova York, onde Thompson estava se preparando para uma conferência da empresa.
A tragédia levantou debates sobre o sistema de saúde nos Estados Unidos e os altos custos de assistência médica que afligem a população. Muitos americanos têm expressado raiva e frustração em relação aos desafios e complexidades do sistema de seguros de saúde no país.
Apesar disso, a glorificação de Mangione nas redes sociais tem sido vista com preocupação. Mesmo recebendo apoio de diversos setores da sociedade, autoridades e executivos do setor de saúde têm condenado a celebração de um acusado de assassinato.
Em meio a esse cenário conturbado, o presidente-executivo do UnitedHealth Group, Andrew Witty, publicou um artigo de opinião no jornal “The New York Times” lamentando a morte de Thompson e condenando o ódio direcionado aos colegas da vítima.
Além disso, surgiram relatos de uma mulher na Flórida que teria feito ameaças a um representante de uma seguradora de saúde, utilizando termos semelhantes aos encontrados na cena do assassinato de Thompson. As palavras “negar”, “defender” e “depor” foram gravadas em cartuchos próximos ao local do crime.
O caso continua sendo investigado pelas autoridades, enquanto a sociedade tenta compreender os motivos que levaram a essa tragédia e a complexa relação entre o sistema de saúde e a população. A UnitedHealth segue firme em seus posicionamentos, buscando transparência e justiça neste momento delicado.