
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou na quinta-feira (21), para a Procuradoria Geral da República (PGR) três notícias-crime apresentadas no final de abril por parlamentares e partidos sobre suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.
O ministro ressaltou que é dever jurídico do Estado promover a apuração da “autoria e da materialidade dos fatos delituosos narrados por ‘qualquer pessoa do povo’”. Estão entre as medidas solicitadas o depoimento do presidente, e a busca e apreensão do celular dele e de seu filho, Carlos Bolsonaro, para perícia.
É praxe que ministros do STF enviem esse tipo de ação para manifestação da PGR, que é responsável por propor investigação do presidente perante o STF.






