CDH aprova projeto de parentalidade positiva e direito de brincar como estratégias para evitar violência infantil

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) acaba de aprovar um projeto importante para a proteção das crianças no Brasil. O projeto, denominado PL 2861/2023, propõe a criação da parentalidade positiva e do direito de brincar como estratégias de prevenção à violência contra os mais jovens.

De acordo com o texto do projeto, a parentalidade positiva consiste no processo desenvolvido pelas famílias na educação das crianças, reconhecendo-as como sujeitos de direitos e promovendo um relacionamento baseado no respeito, no acolhimento e na não violência. Essa abordagem visa criar um ambiente seguro e propício para o desenvolvimento saudável das crianças, livres de violência física ou psicológica.

Além da criação da parentalidade positiva, o projeto também prevê a importância do direito de brincar como forma de prevenir a violência contra crianças. O texto ressalta que é dever do Estado, da família e da sociedade promover ações de educação não violenta e atividades lúdicas, que estimulem o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças.

O senador Paulo Paim (PT-RS) foi o relator do projeto e destacou a importância dessa iniciativa para garantir o bem-estar e a proteção das crianças. Ele ressaltou que a violência contra os mais jovens é um grave problema no país e que é necessário investir em políticas públicas efetivas para combatê-la.

Após a aprovação na Comissão de Direitos Humanos, o projeto seguirá para a análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Caso seja aprovado também nessa etapa, o projeto seguirá para discussão e votação no plenário do Senado.

A parentalidade positiva e o direito de brincar são importantes estratégias para prevenir a violência contra crianças. Ao promover um ambiente familiar e social saudável, baseado no respeito e na não violência, é possível proteger as crianças e garantir seu desenvolvimento pleno.

Espera-se que o projeto seja bem recebido nas próximas etapas de tramitação e que possa ser efetivamente implementado, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e segura para as crianças. Cabe aos parlamentares e à sociedade em geral acompanhar de perto esse processo e cobrar medidas efetivas para a proteção dos direitos das crianças.

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