Daniel relatou que, após a publicação do vídeo e a exposição nas redes sociais, foi demitido por justa causa, uma situação que piorou quando Carlinhos compartilhou sua história, prometendo ajuda para encontrar um novo emprego, mas não cumpriu. Em sua queixa, o motorista reivindica um milhão de reais em indenizações, alegando danos morais, lucros cessantes e a violação de sua honra e imagem.
Na contestação apresentada, Carlinhos e Lucas defenderam-se, alegando que a demissão de Daniel resultou de uma decisão de sua antiga empresa, e não de sua influência. Eles negaram que os vídeos tivessem fins publicitários ou gerassem lucros, e contestações em sua defesa foram apresentadas, questionando a validade do pedido de indenização, que consideram excessivo e sem fundamento.
Os influenciadores ainda argumentaram que a imagem de Daniel surgiu de forma espontânea, afirmando que ele consentiu implicitamente com a gravação. Quanto à promessa de emprego, Carlinhos e Lucas alegam que se tratou de uma manifestação casual, não uma obrigação legal.
Além disso, a defesa também criticou o pedido de Daniel para que as postagens fossem removidas, apontando que ele não especificou quais conteúdos desejava que fossem excluídos, tornando sua solicitação imprecisa. Os réus sustentaram que, sem provas concretas sobre sua narrativa, a ação de Daniel carece de fundamento, pois ele não apresentou evidências do vínculo empregatício.
Após a apresentação dessa defesa robusta, agora resta aguardar a decisão do juiz e a possibilidade de que Daniel apresente uma réplica, enquanto o caso segue em trâmites judiciais. A repercussão da disputa evidencia o impacto que as redes sociais têm na vida de indivíduos, especialmente quando envolve figuras públicas em situações controversas.
