O erro, segundo informações, derivou-se de um equívoco na entrada de dados relacionados a um Certificado de Depósito Bancário (CDB). A quantia de R$ 6,7 milhões foi incorretamente registrada como R$ 6,7 bilhões, resultando na absurda soma que chamou a atenção de candidatos, eleitores e especialistas durante as eleições. Embora os documentos retificados tenham sido apresentados ao TSE, a inconsistência ainda pode ser encontrada no sistema do tribunal, que continua a exibir os números originais e incorretos.
No que diz respeito à composição de seu patrimônio, Marçal apresenta uma estrutura acentuadamente baseada em participações societárias. Segundo a nova declaração, a maior parte de sua riqueza deriva de holdings, sendo que 80% das cotas da Aviation representam a maior fatia de sua fortuna, avaliada em R$ 80 milhões, além de 50% da Marçal Holding e 75% da CJ1 AIR.
Contudo, essa correção patrimonial pode não ser suficiente para garantir uma candidatura sólida ao Planalto. Marçal carrega uma condenação por irregularidades durante sua campanha municipal anterior, o que o torna inelegível por um período de oito anos. Essa situação levanta preocupações sobre a validade e a viabilidade de sua candidatura, dado o contexto de sua trajetória política e as implicações legais que envolvem sua participação nas próximas eleições. A evolução desse caso poderá influenciar a dinâmica das candidaturas na corrida presidencial.




