O parlamentar ressalta que o Estatuto da Pessoa com Câncer já estabelece direitos fundamentais para quem enfrenta a doença, incluindo a presença de um acompanhante durante o tratamento. No entanto, a CLT não contempla essa situação, o que levou Favacho a propor essa modificação para garantir o direito de assistência ao cônjuge ou companheiro.
Segundo o deputado, o papel do parceiro durante o processo de tratamento do câncer é crucial, pois ele estará presente em todas as etapas, desde o diagnóstico até a conclusão da terapia. A proposta busca, portanto, reconhecer a importância desse apoio para a melhoria do bem-estar e da recuperação do paciente.
O Projeto de Lei 2558/24 agora segue tramitando na Câmara dos Deputados, onde será analisado pelas comissões de Trabalho e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada tanto pelos deputados quanto pelos senadores.
Essa iniciativa do deputado Acácio Favacho representa um avanço significativo na legislação trabalhista brasileira, ao reconhecer a importância do apoio familiar no tratamento do câncer e garantir o direito de acompanhamento ao cônjuge ou companheiro. A expectativa é de que a proposta seja bem recebida no Congresso Nacional e contribua para a melhoria das condições de saúde dos pacientes oncológicos e de seus familiares.





