De acordo com o texto, a Embrapa ficará isenta por tempo indeterminado das cobranças feitas pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares, vinculado ao Ministério da Agricultura, pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O senador Plínio Valério (PSDB-AM), autor da proposta, ressaltou que a Embrapa enfrenta dificuldades para quitar as contribuições junto ao INPI, especialmente no que diz respeito à emissão e proteção de patentes de alguns produtos. Com a isenção das taxas e contribuições, a expectativa é que a Embrapa tenha maior capacidade financeira para investir em pesquisas e tecnologias no setor agropecuário.
A tramitação do projeto segue em caráter conclusivo e passará pela análise das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Segundo informações da Agência Senado, a iniciativa visa facilitar o trabalho da Embrapa e garantir que a empresa pública de pesquisa agropecuária tenha recursos suficientes para continuar desenvolvendo tecnologias e pesquisas essenciais para o agronegócio brasileiro. A expectativa é que a isenção das taxas e contribuições permita que a Embrapa impulsione a inovação e o avanço no setor.
Agora, cabe à Câmara dos Deputados analisar e debater o projeto para que ele possa ser aprovado e implementado como lei. A iniciativa representa um passo importante para fortalecer a Embrapa e fomentar a pesquisa e a inovação no campo da agropecuária brasileira.
