Reconhecimento do Cooperativismo como Cultura Nacional: Uma Nova Era para o Setor
No dia 17 de junho de 2026, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou a Lei 15.433/26, que reconhece formalmente o cooperativismo como uma valiosa manifestação da cultura nacional. Essa legislação, que entra em vigor imediatamente, estabelece a responsabilidade do Estado em assegurar a liberdade de atuação das cooperativas, além de oferecer apoio e estímulo a esse modelo de negócio.
A publicação da nova lei no Diário Oficial da União representa um marco significativo para o cooperativismo no Brasil. Ela é fruto do Projeto de Lei 357/25, proposto pelo deputado Arnaldo Jardim, do partido Cidadania de São Paulo. O cooperativismo, de acordo com relatos, não só desempenha um papel crucial no fomento ao empreendedorismo coletivo, mas também se apresenta como um poderoso agente gerador de empregos. Em 2024, essa forma de organização chegou a criar mais de 550 mil novas oportunidades de trabalho em diversas áreas da economia.
Arnaldo Jardim enfatiza que a importância do cooperativismo transcende a geração de renda, destacando-o como uma solução eficaz para enfrentar crises econômicas e sociais que o país tem vivenciado. O cooperativismo se encontra presente em setores variados, desde agricultura até serviços, demonstrando sua versatilidade e capacidade de adaptação.
Com a nova legislação, espera-se que mais pessoas e grupos se sintam incentivados a formar cooperativas, contribuindo para a construção de uma economia mais solidária e inclusiva. O reconhecimento oficial não apenas valoriza a prática cooperativa como parte intrínseca da cultura brasileira, mas também força a reflexão sobre o papel do Estado em fomentar e regular este importante segmento da economia.
A expectativa é de que a nova lei funcione como um catalisador para o crescimento do cooperativismo, proporcionando ferramentas e apoio às cooperativas existentes e futuras. Essa mudança na legislação representa uma promessa de um futuro mais cooperativo, onde a união e a coletividade serão os pilares para a prosperidade econômica e social do Brasil.





