Diversos órgãos serão beneficiados com o crédito suplementar, incluindo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o Departamento de Polícia Federal, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério de Minas e Energia. Além disso, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep), a Controladoria-Geral da União, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Fundação Cultural Palmares, a Fundação Nacional de Artes e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) também serão contemplados.
Outros ministérios que receberão recursos do crédito suplementar são o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, a Advocacia-Geral da União e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Segundo o governo, a maior parte das alterações será coberta por remanejamentos internos, e R$ 40,5 milhões virão do superávit financeiro. O Ministério do Planejamento e Orçamento informou que as programações que serão canceladas não sofrerão prejuízos em sua execução, uma vez que os remanejamentos foram decididos com base nas projeções de gastos até o final do exercício atual.
O próximo passo para o projeto é a análise pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional. A proposta visa garantir recursos essenciais para o funcionamento dos ministérios e das operações oficiais de crédito, contribuindo para o desenvolvimento e o funcionamento adequado dessas instituições.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Natalia Doederlein
