Apesar de o Brasil ser signatário de tratados internacionais relacionados ao tema, ainda não tipificou o crime de desaparecimento forçado. Segundo o deputado Braga, a ausência dessa tipificação compromete a efetivação de políticas públicas necessárias para combater esse problema que afeta cada vez mais a população. Ele acredita que a discussão sobre o assunto poderia servir de base para a construção, apoio e fortalecimento dessas políticas.
A comissão, porém, não definiu uma nova data para abordar a questão, deixando em aberto a possibilidade de retomar as discussões em um momento posterior. A importância do debate sobre os desaparecimentos forçados ganha destaque diante do aumento desses casos em todo o país, evidenciando a necessidade de medidas efetivas para prevenir e combater esse tipo de crime.
É fundamental que a sociedade e os órgãos responsáveis estejam atentos a essa realidade e trabalhem em conjunto para buscar soluções que garantam a segurança e a proteção da população. O papel da Comissão de Legislação Participativa, enquanto espaço de debate e proposição de políticas, é essencial para contribuir com a construção de um ambiente mais seguro e justo para todos os cidadãos. A expectativa é que novas discussões sejam agendadas em breve, a fim de abordar de forma mais aprofundada essa questão tão relevante para a sociedade brasileira.





