CAMARA DOS DEPUTADOS – Comissão da Câmara discute medidas contra a exploração sexual infantil em debate proposto por Erika Hilton e outras deputadas nesta quarta-feira.

Debate na Câmara dos Deputados aborda abuso e exploração sexual infantil

Na tarde desta quarta-feira, 20 de maio de 2026, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados promove um relevante debate com o tema “Meninas contra o abuso e a exploração sexual infantil”. O encontro está agendado para começar às 13h15, no plenário 14 da Casa Legislativa. Essa discussão surge em um momento crucial, considerando a alarmante realidade da violência sexual que afeta meninas em todo o Brasil.

A iniciativa para o debate partiu da presidente do colegiado, a deputada Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, em parceria com as deputadas Laura Carneiro, do PSD do Rio de Janeiro, Adriana Accorsi, do PT de Goiás, e Socorro Neri, do PP do Acre. A união de diferentes vozes políticas evidencia a necessidade de enfrentamento dessa questão que se manifesta em diversas formas, exigindo uma abordagem multidisciplinar e a participação ativa da sociedade.

O evento é essencial para discutir iniciativas que possam ser implementadas para proteger as meninas, abordar sua saúde mental e emocional, e oferecer suporte às vítimas. Além disso, espera-se que o debate fomente a conscientização sobre a importância da educação e da prevenção, ferramentas essenciais para evitar que casos de abuso e exploração continuem a ocorrer.

Ao longo do evento, especialistas e representantes de organizações não governamentais estão convidados a compartilhar experiências e propostas que visem à construção de um ambiente mais seguro para crianças e adolescentes. Espera-se também que o encontro resulte em políticas públicas eficazes e que promovam a proteção integral das meninas em todo o país.

A importância desse evento reside também na necessidade de romper o silêncio em torno de um tema tão delicado, mas que é uma realidade enfrentada por muitas crianças. O debate não só trará à tona estatísticas alarmantes, mas também discutirá estratégias de ação que unam forças entre governos, sociedade civil e educadores. A expectativa é que essa mobilização contribuía para a construção de uma sociedade mais justa e protetora para as meninas brasileiras.

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