Sob a relatoria do deputado Eli Borges, do partido Republicanos de Tocantins, o projeto teve um substitutivo acatado que amplia o foco da proposta original, que se restringia apenas às paradas de transportes coletivos. Este novo texto busca não apenas aumentar a segurança nas travessias, mas também atender a um público mais abrangente, promovendo a acessibilidade para todos os segmentos da população.
Eli Borges enfatizou a importância da iniciativa, destacando que sua implementação poderia reduzir significativamente os riscos de acidentes de trânsito e melhorar a acessibilidade nas áreas urbanas. “Essa proposta visa favorecer a construção de ambientes urbanos mais seguros, acessíveis e que estejam alinhados aos princípios da mobilidade ativa e da priorização do pedestre”, comentou o relator. Ele também apontou as dificuldades que os pedestres enfrentam ao desembarcar de ônibus e atravessar ruas, sugerindo que a medida pode ser um passo importante para a solução dessas problemáticas.
Atualmente, o projeto está em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas Comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovado nessas etapas, a proposta seguirá para o Senado Federal, e, caso receba a sanção da presidência da República, poderá se tornar lei. A expectativa é que a medida traga um impacto positivo não apenas na segurança viária, mas também na qualidade de vida nas cidades, ao promover um ambiente mais seguro para a circulação de pedestres.
A aprovação deste projeto é mais um indicativo de que o Parlamento brasileiro está se movendo em direção a um futuro onde a segurança e a acessibilidade no trânsito sejam prioridades, refletindo uma mudança necessária na cultura urbana contemporânea.
