O texto aprovado prevê uma série de restrições para quem cometer o crime de invasão de domicílio ou esbulho possessório, incluindo a perda do direito de participar do programa nacional de reforma agrária, contratar com o poder público, receber benefícios fiscais e participar de programas de regularização fundiária e assistência social. Além disso, fica proibido inscrever-se em concursos públicos, ser nomeado em cargos comissionados e receber auxílios do governo federal. Essas restrições têm duração de oito anos a partir do trânsito em julgado da condenação.
O deputado Pedro Lupion, relator do projeto, destacou a importância da proposta para combater as ocupações ilegais e garantir a segurança jurídica dos proprietários de terras e prédios públicos. Ele ressaltou que essa medida visa a proteger o direito à propriedade e coibir a prática de invasões, que muitas vezes resultam em conflitos e prejuízos financeiros.
A proposta ainda será objeto de análise de 18 destaques pelos deputados, o que poderá resultar em modificações no texto aprovado. A votação desses destaques será fundamental para definir o alcance e os detalhes das restrições impostas aos invasores e ocupantes ilegais de propriedades. A sessão deliberativa no plenário da Câmara foi acompanhada de perto por parlamentares, autoridades e sociedade civil, que aguardam com expectativa as próximas etapas desse importante projeto de lei.





