Juntamente com Yeltsin, outro brasileiro também subiu ao pódio, Júlio Cesar Agripino dos Santos, conquistando a medalha de bronze na mesma prova, porém na classe para deficientes visuais totais. Santos, que há três dias havia garantido o ouro nos 5.000 metros, mostrou mais uma vez sua habilidade e determinação nas competições paralímpicas.
Em entrevista após a prova, Yeltsin Jacques se mostrou emocionado com a vitória e a quebra do recorde mundial. O atleta destacou a superação de uma lesão e uma virose que o incomodaram nos dias anteriores, mas que não o impediram de alcançar o tão almejado ouro. O velocista expressou sua felicidade com o resultado e o reconhecimento do trabalho árduo realizado ao longo dos anos.
O recorde mundial já pertencia a Yeltsin Jacques, conquistado há quatro anos no Japão com um tempo de 3m57s60. Na Paralimpíadas de Paris, o atleta conseguiu melhorar sua própria marca, completando os 1.500 metros em impressionantes 3m55s82, na companhia do guia Guilherme Santos.
O desempenho dos brasileiros nas Paralimpíadas de Paris tem sido brilhante, demonstrando o talento e a garra dos atletas paralímpicos do país. A conquista de Yeltsin Jacques representa não apenas o seu sucesso pessoal, mas também a força e a determinação de todo o esporte paralímpico brasileiro.





