O pré-natal é recomendado começar o mais cedo possível, de preferência até a 12ª semana de gestação. Esse acompanhamento permite identificar precocemente possíveis alterações, monitorar o crescimento e desenvolvimento do bebê e oferecer orientações sobre os cuidados com a saúde da gestante. No Sistema Único de Saúde (SUS), o atendimento é gratuito e acontece principalmente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio de equipes de saúde que atuam no território onde a gestante vive.
A Caderneta Brasileira da Gestante, edição de 2026, é uma importante ferramenta que reúne informações fundamentais, espaços para registro de consultas, resultados de exames, pressão arterial, esquema vacinal, condições de saúde bucal, entre outros dados relevantes para acompanhamento da gestação. A Caderneta deve ser levada às consultas, exames, atendimentos de urgência, parto e cuidados pós-parto.
O Ministério da Saúde recomenda, no mínimo, sete consultas de pré-natal, realizadas por profissionais da medicina e enfermagem, e pelo menos uma consulta odontológica. Durante as consultas são verificadas a pressão arterial, peso da gestante, acompanhamento do crescimento do bebê, solicitação e avaliação de exames, além de orientações sobre vacinas e uso de vitaminas quando necessário.
É importante destacar que o acompanhamento pré-natal deve ser mantido de forma regular até o parto e pós-parto. Sinais de alerta como pressão alta, sangramento vaginal, dor abdominal intensa, entre outros, exigem atendimento imediato e a gestante deve procurar ajuda rapidamente.
Manter a Caderneta da Gestante atualizada e levá-la para os serviços de saúde é fundamental para garantir um acompanhamento completo e eficaz durante todo o ciclo da gestação, parto e pós-parto. A conscientização sobre a importância do pré-natal e dos cuidados com gestantes e mães é essencial para garantir a saúde e bem-estar de todos os envolvidos nesse processo tão significativo.
