Paralelamente, as previsões para a arrecadação de receitas federais mostraram um aumento significativo. Para 2026, a estimativa subiu de R$ 3,156 trilhões para R$ 3,175 trilhões entre os meses de junho e julho. Em relação ao ano seguinte, os números também foram positivos, passando de R$ 3,350 trilhões para R$ 3,374 trilhões. Este melhor desempenho na arrecadação pode ser um sinal de recuperação econômica e um reflexo das políticas fiscais implementadas pelo governo.
A receita líquida do governo central também apresentou uma leve alta. As projeções para 2026 passaram de R$ 2,555 trilhões para R$ 2,566 trilhões, enquanto para 2027, o ajuste foi de R$ 2,723 trilhões para R$ 2,732 trilhões. Esse crescimento nas receitas é crucial para garantir um equilíbrio nas contas públicas, especialmente em um contexto de desafios econômicos.
Entretanto, as despesas totais do governo central para 2026 tiveram um leve aumento, de R$ 2,619 trilhões para R$ 2,626 trilhões. Para 2027, o valor das despesas se manteve em R$ 2,776 trilhões. Em termos de endividamento, a mediana da Dívida Bruta do governo geral permaneceu estável em 83% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026 e em 86,50% para 2027. Essa estabilidade nas projeções da dívida reflete uma gestão fiscal cautelosa e um empenho em manter a sustentabilidade financeira a longo prazo. A continuação dessa trajetória de otimização fiscal será fundamental para o futuro econômico do país.





