As investigações que levaram à deflagração da operação tiveram início em 2025, a partir da apreensão do telefone celular de um foragido em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. A análise dos dados contidos no dispositivo revelou comunicações que sugiriam atividades relacionadas ao tráfico de entorpecentes, além de evidências visuais de drogas. Tais informações despertaram o interesse da Polícia Federal, que, após diversas apurações, estabeleceu um elo entre os indícios de tráfico de cocaína e uma organização criminosa que operava com o envio de cargas provenientes do país vizinho.
De acordo com as investigações, desde 2024, era notório que a cocaína traficada estava sendo introduzida no Brasil, com destinos variados em diferentes estados. Essa descoberta não apenas ampliou a preocupação das autoridades sobre a magnitude desse tráfico, mas também reforçou a urgência em desmantelar a rede criminosa antes que suas operações se expandissem ainda mais.
O principal objetivo da Operação Fractus é aprofundar as investigações para confirmar a conexão entre os indivíduos identificados e a organização criminosa, além de descobrir e identificar outros membros que possam estar envolvidos na logística do tráfico de drogas — desde o transporte até a distribuição dos entorpecentes. A Polícia Federal continua a trabalhar arduamente para coibir essa atividade ilícita e proteger a sociedade dos perigos associados ao tráfico de drogas.




