Brasil Pioneiro: Fintech Permite Usar Criptomoedas Como Garantia para Financiar Imóveis e Agiliza Acesso ao Crédito em Mercado Aquecido

O mercado imobiliário brasileiro avança com a adoção de criptomoedas

Abril de 2026 – Em um momento onde o mercado imobiliário dos Estados Unidos começa a explorar a possibilidade de utilizar criptomoedas como garantia para hipotecas, o Brasil já está à frente, oferecendo um modelo estruturado e em funcionamento. A Fenynx Lending & Credit, uma fintech brasileira que se especializa em crédito com colaterais digitais, permite que investidores utilizem Bitcoin, stablecoins e ativos tokenizados como garantia para a obtenção de crédito — que pode ser direcionado à compra de imóveis.

Esse movimento no Brasil ganha ainda mais relevância com a recente sinalização da Fannie Mae, uma das principais organizações do financiamento imobiliário dos EUA, que começou a aceitar criptomoedas como garantia em operações hipotecárias, em parceria com empresas como a Coinbase. Tal mudança representa um avanço significativo na integração entre o mercado financeiro tradicional e os ativos digitais. No entanto, enquanto essa transformação inicia em solo norte-americano, o Brasil já vive a realidade dessa inovação. Segundo Lucas Montanini, fundador da Fenynx, “o investidor não precisa mais escolher entre manter sua posição em Bitcoin ou comprar um imóvel. Agora ele pode fazer ambos simultaneamente”.

A proposta da Fenynx é simples: transformar ativos digitais em liquidez imediata sem a necessidade de venda. Funcionalmente, o investidor pode utilizar suas criptomoedas como colateral e receber o valor em reais, dólares ou stablecoins, com crédito variando de R$ 50 mil a R$ 2 milhões, taxas a partir de 1,40% ao mês e prazos de até 12 meses, com liberação do crédito acontecendo entre uma hora e 48 horas após a solicitação. A fintech trabalha com um índice de LTV (Loan to Value) de até 50%, garantindo uma margem de segurança que torna a operação viável.

Esse avanço ocorre em um contexto de aquecimento do mercado imobiliário brasileiro, que registrou uma série de lançamentos recordes em 2025 e continua com expectativas de crescimento para 2026. Contudo, o acesso ao crédito tradicional ainda é restrito para muitos consumidores, que frequentemente enfrentam a exigência de uma entrada mínima em torno de 20% do valor do imóvel e processos de análise considerados burocráticos.

Nesse cenário, investidores em criptomoedas enfrentam um dilema: vender seus ativos e arcar com um imposto de renda que pode chegar a 22,5% sobre o ganho de capital, ou abrir mão de oportunidades no mercado imobiliário. A Fenynx se apresenta como uma alternativa atraente, permitindo que o investidor utilize Bitcoin como garantia para crédito, evitando a venda dos ativos, as incidências de tributos e a perda de exposição a um mercado que ainda promete valorização.

Por exemplo, um investidor com R$ 100 mil de ganho acumulado em Bitcoin enfrentaria um custo de até R$ 22,5 mil em impostos ao optar pela venda do ativo. No modelo proposto pela Fenynx, o custo em juros ao longo de seis meses seria consideravelmente inferior, além de preservar o potencial de valorização dos investimentos.

Em resumo, enquanto o mercado norte-americano ainda se adapta a essas novas dinâmicas, o Brasil já se firma como um ambiente mais avançado para operações de crédito respaldadas por ativos digitais. A Fenynx se destacou como a primeira fintech no país a realizar a tokenização de equity na B3 em 2025, trazendo uma infraestrutura robusta e um processo de compliance integrado que proporcionam uma liberação ágil de crédito, tudo isso em contraste com os processos ainda em desenvolvimento nos Estados Unidos.

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