Com um total de 179 mandados de busca e apreensão, 93 mandados de prisão e diversas medidas cautelares emitidas pelo Poder Judiciário, a operação mostra a seriedade do esforço coordenado para desmantelar estruturas criminosas no Brasil. As FICCOs, que são formadas por órgãos de segurança pública federais e estaduais, têm se destacado na luta contra o crime organizado, proporcionando uma abordagem mais integrada e eficaz.
Cada unidade da FICCO atua de maneira específica, conforme as particularidades regionais. Entre as operações destacadas, a FICCO do Amapá, realizando a Operação Zip Lock, cumpre mandados em investigações relacionadas ao tráfico de drogas. Por sua vez, no Acre, a FICCO local marca a 2ª fase da Operação Ruptura, também voltada para desarticular organizações criminosas ligadas ao tráfico.
A FICCO do Maranhão, com a Operação Thálassa, e a do Ceará, através da Operação Conexão Amazônia, estão focadas em ações que envolvem sequestro de bens e bloqueio patrimonial, evidenciando a atuação não apenas no campo criminal, mas também em aspectos financeiros das organizações criminosas.
Em Minas Gerais, a Operação Borak, envolvendo ainda a retirada de câmeras de vigilância irregulares, reflete a preocupação com a segurança pública e a legalidade das ações de vigilância em operações urbanas. Em São Paulo, a Operação Desatrela visa combater roubo de cargas, um crime que tem afetado gravemente a logística no país.
As investigações continuam em várias frentes, com a possibilidade de que novos indivíduos e organizações sejam identificados. As FICCOs, sob a coordenação da Polícia Federal, são composta por diversas instituições de segurança pública e estão presentes em todos os estados e no Distrito Federal, unindo esforços em um combate robusto e contínuo ao crime organizado. O despacho das investigações revela um avanço significativo na luta contra o crime, sublinhando a necessidade de ações coletivas e integradas na segurança pública.





