O percentual que será repassado aos beneficiários representa um aumento de 1,87% na rentabilidade das contas do FGTS, que, ao considerar essa distribuição, alcançará um total de 6,90% de rentabilidade em 2025. Esse índice inclui a correção pela Taxa Referencial (TR) e uma adição de 3% ao ano, superando a inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2,53 pontos percentuais. Essa performance, aliás, reflete a resiliência do FGTS em um cenário econômico desafiador.
Durante a reunião que deliberou sobre essa distribuição, foram apresentadas as demonstrações financeiras do FGTS, que, conforme apontado, registraram a maior arrecadação de sua história, saltando de R$ 192,5 bilhões em 2024 para R$ 212,56 bilhões em 2025. Essa crescida substancial demonstra um aumento significativo no fluxo de recursos do Fundo, o que possibilita a melhoria das condições de rentabilidade para os trabalhadores.
Vale destacar também que os saques do FGTS aumentaram consideravelmente, totalizando R$ 190,4 bilhões no período, o que representa uma alta de 18,3% em relação ao exercício anterior, quando foram registrados R$ 160,9 bilhões. As principais razões para os saques são variadas, com a rescisão contratual e a multa rescisória liderando a lista, correspondendo a 31,3% do total, seguidos pelo saque-aniversário com 28,6%, e pela utilização dos recursos para habitação, aposentadoria e multa rescisória do saque-aniversário.
Essa movimentação no FGTS evidencia não apenas a importância do Fundo para a segurança financeira dos trabalhadores, mas também seu papel fundamental na economia brasileira, permitindo que milhões de brasileiros encontrem suporte financeiro em momentos críticos. A expectativa agora é que essa distribuição dos lucros traga alívio e um fôlego extra para as contas dos trabalhadores em todo o país.





