A metodologia do Emprego Apoiado busca criar conexões entre trabalhadores com deficiência, empresas, órgãos públicos e instituições, ampliando as oportunidades de inclusão profissional. Essa abordagem vai além da simples colocação no mercado; ela engloba preparações para o trabalho, inserção e acompanhamento contínuo para garantir a permanência do funcionário no emprego. O projeto ainda oferece cursos de capacitação, visando o desenvolvimento das habilidades dos participantes, permitindo que eles cresçam profissionalmente.
Alexandre Padilha enfatizou a importância de um ambiente laboral que promova a saúde e a inclusão, ressaltando que não se trata apenas de cumprir cotas, mas de acolher e humanizar o espaço de trabalho para todos os trabalhadores. O projeto, que está programado para durar dois anos, conta com um investimento de R$ 3,9 milhões arrecadados através de parcerias com empresas e instituições.
Entre os 700 beneficiados, espera-se que entre 400 e 450 consigam efetivamente entrar no mercado de trabalho, englobando pessoas com diferentes tipos de deficiência, incluindo física, auditiva, visual, intelectual e múltipla. O objetivo é garantir a contratação sem discriminação.
Além do projeto de inclusão, o evento também possibilitou a vacinação contra o sarampo, uma medida para conter o avanço dos casos da doença. O Ministério da Saúde ampliou a recomendação de vacinação com a tríplice viral para toda a população entre 6 meses e 59 anos. Essa ação visa aumentar a cobertura vacinal e proteger a população, diante de casos importados.
A estratégia de imunização é fundamental, especialmente em um contexto onde há um alerta para o aumento de casos na região, com 24 notificações confirmadas em 2026, sendo acompanhados diferentes casos nas cidades de Guarulhos, São Bernardo do Campo e na capital paulista. A vacina tríplice protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e sua administração é essencial para garantir a saúde pública e a proteção de toda a sociedade.




