Sob o comando da treinadora Camila Ferezin, a equipe brasileira apresentou uma performance sólida, alcançando a nota de 27.500. Esse resultado foi ligeiramente abaixo do que foi registrado na fase classificatória, onde o grupo havia impressionado com uma marca de 28.050 pontos. Ferezin expressou sua satisfação com a medalha, ressaltando a busca pela consistência em performances de alto nível. “Ficamos felizes com a medalha de prata, o que demonstra que estamos no caminho certo a um mês do Mundial de Frankfurt, nosso grande objetivo nesta temporada”, declarou a treinadora após a conquista.
As competidoras espanholas dominaram a final, levando a medalha de ouro com uma pontuação de 28.650. O terceiro lugar ficou com a equipe chinesa, que obteve 27.250 pontos, enquanto o Brasil se afirmou firmemente na segunda posição.
Contudo, nem tudo foram flores para a delegação brasileira nesta etapa. Na competição de conjunto misto, que envolvia três arcos e dois pares de maças, o Brasil não conseguiu repetir o desempenho da fase classificatória e terminou a prova em sétimo lugar, com 25.000 pontos. A medalha de ouro nessa categoria foi conquistada pela China, que somou 28.100 pontos, seguida pela Alemanha com a prata e a Ucrânia levando o bronze.
A equipe brasileira é composta por talentosas ginastas, incluindo Maria Eduarda Arakaki, Julia Kurunczi, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Nicole Pírcio e Sofia Pereira, que demonstraram grande potencial e dedicação.
Nas competições individuais, a atleta Bárbara Domingos anotou 26.650 pontos na final de maças, não conseguindo, contudo, conquistar um lugar no pódio. O título foi para a ginasta alemã Darja Varfolomeev, que alcançou impressionantes 31.000 pontos, enquanto a búlgara Stiliana Nikolova e a israelense Daniele Munits ficaram, respectivamente, com a prata e o bronze.
O desempenho da equipe brasileira em Milão reflete a evolução constante da ginástica rítmica no país, que se prepara com esperança e determinação para os desafios futuros, especialmente o próximo Mundial.
