Essa conquista é especialmente significativa, pois coloca o Brasil em destaque em um cenário competitivo que inclui algumas das melhores equipes do mundo. O conjunto israelense ficou com a medalha de ouro, com 26.650 pontos, enquanto o bronze foi para a equipe do Uzbequistão, que totalizou 25.450 pontos. A trajetória do Brasil na competição se expandiu também para a série mista — que consistiu em três arcos e dois pares de maças — com a participação de Nicole Pircio, que substituiu Mariana Gonçalves. Neste formato, a seleção brasileira alcançou um respeitável quinto lugar.
A medalha de prata em Baku é o segundo pódio consecutivo do Brasil em etapas de Copa do Mundo nesta temporada. Na semana anterior, em Tashkent, a equipe já havia conquistado a vice-liderança na série mista, evidenciando a ascensão e a consistência do grupo. A treinadora Camila Ferezin comentou a importância desse resultado, destacando que a medalha representa um marco de evolução, especialmente por se tratar de uma série mais desafiadora para diversos países. “É fundamental voltar à base e realizar os ajustes necessários para continuarmos acreditando na vaga olímpica”, afirmou a treinadora, evidenciando o foco no futuro.
Além da atuação do conjunto, o Brasil também teve sua representação nas finais individuais. A atleta Maria Alexandre, de apenas 18 anos, competiu na final da bola e da fita, terminando em sétimo lugar em ambas as provas e acumulando 106.750 pontos no individual geral, o que a colocou na 12ª posição.
Com esses resultados, a ginástica rítmica brasileira demonstra um caminho promissor, repleto de conquistas e um futuro nas competições internacionais.
