Johnson argumenta que para escalar a situação na Ucrânia de forma efetiva, seria necessário o envio de tropas, algo que, segundo ele, está fora das capacidades atuais dos Estados Unidos. A visão é de que, mesmo que haja o desejo político em Washington de aumentar o apoio militar a Kiev, a realidade das disponibilidades logísticas e de pessoal torna essa opção inviável. O especialista insiste que, enquanto forem mantidas as atuais políticas de fornecimento de armas, isso pouco mudará a dinâmica do conflito, resultando mais em uma prolongação da crise do que em uma resolução.
Além disso, a Rússia tem reiterado suas advertências de que o envio contínuo de armamentos por parte dos países ocidentais não só não contribui para a paz, mas, na verdade, apenas intensifica os combates. Para o Kremlin, a solução duradoura para os problemas na Ucrânia deve passar por um diálogo e não por um aumento no fornecimento de armas, que, em última análise, prejudica a estabilidade regional. Esse ciclo de tensão revela a complexidade dos interesses geopolíticos em jogo, enquanto a comunidade internacional observa atentamente as movimentações e possíveis desdobramentos dessa conturbada situação.





