O lance que gerou controvérsia aconteceu aos 75 minutos, quando o jogador Tomás Palacio, do Estudiantes, fez uma falta dura sobre Bruno Henrique. Ana Thaís não hesitou em afirmar que a falta merecia a expulsão do jogador argentino. Embora o árbitro tenha marcado a infração, ele optou por não aplicar um cartão vermelho, e nem mesmo o VAR interveio na análise da jogada.
“É um absurdo que o árbitro não tenha revisado esse lance nem o VAR tenha se comunicado de forma eficaz”, criticou a comentarista. Para ela, a falta foi suficientemente grave para justificar uma advertência mais severa, já que o jogador do Estudiantes entrou com força excessiva.
Durante a partida, o Flamengo abriu o placar com um gol de Luiz Araújo, que se aproveitou de um passe de Bruno Henrique. Porém, a equipe argentina reagiu rapidamente, e a tensão foi aumentando à medida que o jogo se desenrolava. Um momento crucial ocorreu quando Carrillo, do Estudiantes, empatou o jogo, em um lance que também trouxe muitas queixas por parte da equipe rubro-negra.
Com o clima tenso, os técnicos de ambos os times foram expulsos após uma discussão acalorada, e o jogo se tornou um campo fértil para outras controvérsias. A combinação de entradas duras e decisões duvidosas por parte da arbitragem tornaram a partida truncada e sem grandes ações ofensivas.
O embate, que teve sua importância aumentada pelo contexto da Libertadores, ficou marcado por um desempenho arbitragem repleto de críticas, refletindo a indignação dos comentaristas e torcedores que acompanharam a partida atenta e emocionadamente.







