Nas abordagens fraudulentas, os golpistas utilizam tanto o nome quanto a imagem de defensores públicos federais. A estratégia envolve induzir as vítimas a realizar pagamentos indevidos, alegando a liberação de valores relacionados a processos judiciais. Para isso, os criminosos alegam que é necessário quitar tributos ou dívidas, justificando esses pagamentos com custos fictícios, como taxas de cartório e honorários advocatícios.
A DPU ressalta que a abordagem dos criminosos frequentemente explora a expectativa das pessoas por boas notícias em relação aos seus processos. No entanto, é fundamental que os cidadãos estejam alertas para o envio de dados bancários ou pagamentos de taxas, pois os serviços da defensoria são totalmente gratuitos. De acordo com a instituição, não há cobrança em nenhuma fase dos processos jurídicos que assistem.
O golpe, que tem ganhado destaque, foi recentemente registrado em Aracaju. Contudo, há notícias de ocorrências semelhantes na capital federal, Brasília, e o número de fraudes tem crescido, especialmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Diante desse panorama alarmante, a DPU recomenda algumas precauções que todos devem adotar para evitar cair em golpes. É aconselhável que, ao receber um contato suspeito em nome da Defensoria, a veracidade das informações seja conferida através dos canais oficiais ou em uma unidade da instituição. Além disso, é imperativo que as pessoas nunca façam pagamentos mediante boletos, PIX, depósitos ou cartões de crédito como condições para receber valores judiciais. O correto é que a divulgação de qualquer valor seja realizada apenas por bancos autorizados, presenciados pelo beneficiário ou por advogado com procuração.
Por fim, atentem-se para comunicações suspeitas e detalhes que possam indicar fraude, como logotipos incorretos e erros de português. O cuidado é essencial para não se tornar mais uma vítima dessa modalidade de crime.







