Nos documentos apresentados à Justiça, Alanis detalha que os problemas começaram após o fim do relacionamento. Ela afirma que passou a receber mensagens e ligações insistentes de Giovanna, além de relatar que a ex-companheira teria ido à sua residência em diversas ocasiões sem autorização. Essa repetida invasão de privacidade acabou gerando um cenário de constrangimento e angústia para a atriz.
Além das mensagens e visitas não solicitadas, o processo aponta que Alanis se sentiu ameaçada com tentativas de exposição de questões pessoais que deveriam permanecer resguardadas. O ambiente de trabalho de Alanis também foi afetado, já que colegas de sua atual novela, “Três Graças”, foram abordados por Giovanna em meio aos conflitos, o que levantou preocupações sobre a interferência de sua ex em sua vida profissional.
Para dar suporte ao seu pedido, a defesa de Alanis anexou mensagens, gravações de chamadas e testemunhos que reforçam a alegação de violência psicológica e perseguição. A Justiça reconheceu os indícios e acatou a solicitação, embasando-se na Lei Maria da Penha, que visa proteger vítimas de agressão e violência de gênero, mesmo em suas formas mais sutis.
A determinação judicial impõe severas restrições, proibindo qualquer tipo de contato entre Alanis e Giovanna. Isso inclui mensagens, chamadas telefônicas e interações nas redes sociais. A ex-namorada de Alanis também está proibida de fazer comentários sobre a vida pessoal da atriz, o que deve proporcionar um maior espaço de tranquilidade e segurança para ela nesse momento conturbado.
O fim do relacionamento entre Alanis e Giovanna já havia gerado polêmica, especialmente após a ressurgência de publicações antigas de Giovanna com conteúdo racista e homofóbico, que repercutiram negativamente nas redes sociais. A situação tem gerado discussões sobre questões de violência emocional e o tratamento de figuras públicas em seus relacionamentos.
