As armadilhas Ovitrampa, conforme detalhado por Clarício Bugarim, coordenador do Programa Estadual de Controle de Zoonoses da Sesau, são compostas por recipientes escuros com água e palhetas de madeira ou papelão que simulam criadouros naturais. As fêmeas do Aedes aegypti são atraídas para depositar seus ovos nessas palhetas, que são posteriormente recolhidas para análise em laboratório, permitindo o cálculo do Índice de Densidade de Ovos (IDO).
Coruripe foi escolhida como município piloto para esta iniciativa inovadora, que será gradualmente expandida para outras cidades, incluindo Maceió e Arapiraca, até julho. A técnica de Ovitrampa destaca-se por seu baixo custo e eficácia, proporcionando monitoramento contínuo e fornecendo dados cruciais para a gestão de saúde pública, permitindo ações preventivas e rápidas em casos de surto.
O objetivo maior é fortalecer a capacidade técnica dos municípios no enfrentamento das arboviroses, ampliando a segurança e o bem-estar dos cidadãos alagoanos. Essa ação da Sesau demonstra um compromisso renovado com a saúde pública e a qualidade de vida da população.







