Informações indicam que José Nilton utilizava tornozeleira eletrônica no momento do crime e que, em 2025, já havia sido alvo de um atentado no mesmo local onde perdeu a vida. Na cena do crime, ele não portava documentos, celular ou outros objetos que facilitassem sua identificação imediata. Foi através do exame de necropapiloscopia, conduzido pelo papiloscopista Julianderson de Oliveira, que o reconhecimento foi possível.
O Instituto de Criminalística informou que a vítima apresentava uma única perfuração no pescoço, resultado de um disparo de arma de fogo. A confirmação da sua identidade é considerada crucial para o andamento das investigações, agora sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Capital.
Com a identificação confirmada, familiares de José Nilton compareceram ao IML para dar início aos trâmites legais para a liberação do corpo. Enquanto isso, a comunidade permanece apreensiva, aguardando desdobramentos que possam elucidar mais este caso de violência em um bairro já marcado por ocorrências semelhantes.