A operação, que já está em sua 11ª fase, contou com a participação estratégica do Grupamento de Escolta, Remoção e Intervenção Tática (GERIT) e do Grupamento Tático do Interior (GTI). Durante as buscas nas celas, foram apreendidos uma variedade de itens proibidos, entre eles celulares, chips, fones de ouvido, carregadores, instrumentos perfurantes artesanais, anotações e substâncias análogas a drogas.
A ação concentrou-se em unidades prisionais de Maceió e do Agreste alagoano, com o objetivo principal de interromper a comunicação dos detentos com o mundo exterior, reduzir os índices de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) e garantir uma maior segurança para a população.
Carlos Voss, secretário executivo de Gestão Penitenciária, destacou a importância dessa fase da operação para o fortalecimento do controle estatal sobre os presídios e a consequente diminuição da influência de organizações criminosas. Desde 2023, mais de 7,9 mil celulares já foram confiscados em todo o país, mostrando a eficácia e a necessidade de operações como essa para trazer mais tranquilidade à sociedade. A Operação Mute tem se consolidado como um instrumento crucial na estratégia de segurança pública em nível nacional.
