A pediatra Sirmani Frazão, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), destaca que a realização do teste deve ocorrer preferencialmente entre o terceiro e o quinto dia de vida do bebê. Este exame inicial é essencial para diagnosticar condições que, se tratadas a tempo, podem prevenir sequelas permanentes e até evitar óbitos. A triagem abrange doenças tratáveis, como a deficiência de biotinidase, hipotireoidismo congênito primário e doenças falciformes.
Para os bebês internados, o exame é realizado na maternidade. Aqueles que já receberam alta devem realizar o teste em uma Unidade Básica de Saúde. Essa medida garante um desenvolvimento saudável e melhor qualidade de vida, conforme reforça Frazão.
Caso o Teste do Pezinho não tenha sido feito nos primeiros 28 dias, é crucial a avaliação por um profissional de saúde para orientações e possíveis investigações diagnósticas. Mesmo após esse período, o tratamento especializado continua fundamental para mitigar os impactos das doenças.
A pediatra ressalta que o teste é um procedimento de triagem. Resultados alterados demandam exames confirmatórios e encaminhamento aos Serviços de Referência em Triagem Neonatal. “Apesar de simples e gratuito, o teste é um passo vital para a saúde da criança e deveria ser prioridade para todas as famílias”, conclui Frazão.





