Os médicos-legistas Felipe Nunes e Edvaldo Castro conduziram a análise e relataram não terem encontrado sinais externos de violência, nem indícios de asfixia ou obstrução das vias respiratórias. Dessa forma, excluíram também a possibilidade de engasgo com leite. Embora essas suspeitas tenham sido descartadas, o mistério sobre o que levou à morte da pequena Isis permanece.
Felipe Nunes destacou que, em crianças com menos de um ano, mortes súbitas de origem clínica podem ocorrer. Não foram identificados sinais de cardiopatia, mas diversas condições clínicas podem resultar em óbitos inesperados nessa faixa etária. Para garantir maior precisão, foi solicitado um exame de toxicologia que poderá detectar causas externas não visíveis no exame inicial.
O resultado desse exame complementar, que promete trazer mais clareza ao caso, é aguardado nas próximas semanas e será fundamental para o inquérito policial em curso. A trágica morte ocorreu na residência da família, em Palmeira dos Índios, e mesmo com a investigação inicial descartando violência, a busca por respostas continua. O corpo de Isis, após o procedimento pericial, foi liberado para sepultamento, enquanto a comunidade local aguarda ansiosamente por respostas que tragam um pouco de paz à família enlutada.
