As pulseirinhas foram projetadas para conter informações cruciais, como o nome do usuário, além dos contatos de parentes ou responsáveis. Com essas informações, as chances de um reencontro rápido e seguro aumentam consideravelmente. Até o momento, o programa já ajudou em 15 casos de idosos perdidos nos diversos territórios onde atua, incluindo regiões como Jacintinho e Praia do Francês.
Casos emblemáticos ocorreram em maio deste ano, exemplificando a importância da campanha. Em um deles, um idoso desorientado foi atendido em Maceió e, após cuidadosa intervenção da equipe, conseguiu ser levado de volta à sua residência. Outro episódio envolveu a colaboração com a polícia para reunir um homem aos seus familiares.
Polly Cavalcante, coordenadora social do Ronda no Bairro, enfatiza a acessibilidade das pulseirinhas, que podem ser obtidas sem custo por meio dos agentes de proximidade. No entanto, ela destaca que muitos idosos enfrentam resistência ao uso do acessório, tornando fundamental o papel das equipes em promover o diálogo e sensibilizar sobre os benefícios.
Áurea Vasconcelos, também coordenadora, reforça o valor da iniciativa, apontando que a pulseirinha não só garante a segurança dos idosos, mas também oferece um alívio significativo às famílias. O objetivo é proteger sem perder de vista o aspecto humano e afetivo que cada interação exige.
Lançada inicialmente para proteger crianças nas praias, a campanha das pulseirinhas, promovida pela Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev), expande seu alcance para incluir esse importante segmento da população.
