O paciente possuía um carcinoma basocelular ulcerado no pavilhão auricular, uma das formas mais frequentes de câncer de pele. Durante o procedimento, toda a lesão foi removida com margens de segurança oncológica, método crucial para minimizar o risco de retorno da doença. Em uma abordagem integrada e eficiente, o hospital garantiu que a reconstrução da área afetada fosse realizada no mesmo tempo cirúrgico, utilizando enxerto de pele. Essa estratégia não apenas assegurou o tratamento do câncer, mas também a reabilitação estética e funcional do paciente.
Ana Carolina Pastl, cirurgiã responsável, destacou o comprometimento do Hospital Metropolitano de Alagoas em oferecer cuidado completo a pacientes com câncer de pele. O hospital, inserido no Plano Estadual de Oncologia, oferece acesso a tratamentos especializados através do SUS, ampliando as possibilidades de cura e qualidade de vida.
Dr. Pastl enfatizou ainda a necessidade de atenção e avaliação médica diante de qualquer alteração cutânea, principalmente em áreas como o rosto, orelhas e pescoço. “Lesões que permanecem sem cicatrizar ou alterações suspeitas devem ser investigadas rapidamente. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentarmos as chances de cura”, alertou.
Este procedimento reafirma a importância do avanço e da acessibilidade nos tratamentos oncológicos, mostrando que o Hospital Metropolitano de Alagoas está na vanguarda da luta contra o câncer.





