A exposição valoriza a multiplicidade de materiais e técnicas, destacando a importância do artesanal na formação das identidades culturais. Jailton e Jamile trazem um trabalho colaborativo e familiar, onde a escultura em madeira do pai ganha vida com as cores vivas e traços marcantes da filha. Juntos, eles criam os “Pássaros Coloridos”, peças que já encantam visitantes do museu, traduzindo a união inovadora entre tradição e modernidade.
Este reconhecimento é fruto do programa “Alagoas Feita à Mão”, liderado pela Secretaria de Estado de Relações Federativas e Internacionais (Serfi), que promove o artesanato alagoano tanto nacional quanto internacionalmente, fortalecendo as economias locais e gerando renda.
Jacqueline Rêgo, secretária de Relações Federativas e Internacionais, destacou a importância desse feito para Alagoas, ressaltando que a participação em uma mostra de alcance global solidifica a presença artística do estado no cenário mundial. Além disso, as obras de Jailton e Jamile, assim como a de Francisco Graciano, do Ceará, integrarão o acervo permanente do museu, elevando o perfil do artesanato nordestino. O curador Marco Aurélio Pulchério elogiou a singularidade dos alagoanos, comparando seus trabalhos aos “pássaros do rio São Francisco”, reforçando a relevância desse feito para o estado e o Brasil.





